Archive for the 'boas festas' Category

13
Mar
08

Ah é verdade

A entrega dos móveis resultou em uma parede (acabada de pintar) esmurrada e uma porta (acabada de envernizar) pelo mesmo caminho. as coisas têm mesmo uma atracção pelo caos. Quando parece que está quse, volta ao início…

(sim, eu tenho esperança de daqui a uma semana ou 15 dias poder enfrentar a tarefa monumental de arrumar, limpar e por tudo a funcionar de novo. E de algum tempo depois recuperar a minha sanidade mental)…

Anúncios
13
Mar
08

prosaicismo

nada como umas obras em casa para nos tornar prosaicos. As coisas têm uma maneira especial de correr mal, que nos faz ansiar por um pouco de paz e sossego, definida meramente como falta de desastres e coisas chatas para resolver.

Confusões, já houve muitas. Desde logo, a chatice, o pó, o não encontrar as coisas que são precisas, as coisas a monte por todo o lado, os meus tapetes em vias de extinção utilizados como panos de chão aqui e acolá, a impossibilidade de conseguir que compreendam que não, não quero, nem agora nem depois, trocar o meu belo chão de tacos de madeira envernizada (agora mais riscado que no início, que isto de proteger o chão é estrangeiro) por aquelas coisas a imitar madeira que encaixam. Eu já tenho madeira. Da verdadeira, obrigada. As mudanças de planos à ultima da hora em que nunca sou consultada…

Agora é o meu tecto novo de pladur que já tem infiltrações, através do telhado (supostamente) arranjado. E como se não bastasse, alguma inteligência rara em momento de indubitavel inspiração, desligou-me o frigorífico. «Ora, o que é que podemos estragar assim de repente – ah, é isso – vamos desligar o frigorífico». Resultado. Ontem, entro em casa e estranho o cheiro. mesmo com as portas do frigorífico fechadas, cheirava mal. Abro a porta e é a hecatombe que se adivinhava. Ontem, noite divertida: deitar todos os ex-congelados fora, limpar muita água verde, tentar não devolver o jantar à procedência. Resultado: o frigorífico continua a cheirar mal. Vamos a ver se não terei que comprar outro. Oh, joy. Tudo o que eu precisava era de comprar mais um electrodoméstico.

No meio disto tudo, dou por mim a jurar a pés juntos nunca, mas nunca, voltar a meter-me numa destas. Se a casa precisar de obras, troco.

Arrrgghhhh!!!

27
Fev
08

Viva os bate-chapas com alcunhas originais e orgulho nelas

http://www2.omnitel.net/smirlis/tmp/schule.html

um video educativo do Bozzetto para celebrar o trabalho que vou dar ao chapeiro e pintor de automóveis que dá pela bela alcunha de “catota”. É verdade, está entre parentesis (Catota) no cartão do senhor. E isso merece uma salva de palmas.

Pelo direito ao emprego dos bate-chapas!

24
Dez
07

Feliz Natal

auguri_di_buon_natale.gif

Tradução: A quem gosta de dormir mas acorda sempre de bom humor; a quem ainda cumprimenta com um beijo; a quem trabalha muito e se diverte ainda mais; a quem conduz depressa mas não apita nos semáforos; a quem se atrasa mas não inventa desculpas; a quem desliga a televisão para dar duas de treta; a quem é duplamente feliz quando faz metade; a quem é o primeiro a levantar-se para ajudar um amigo; a quem tem o entusiasmo de uma criança e o pensamento de um homem; a quem só vê negro quando está escuro;  A QUEM NÃO ESPERA PELO NATAL PARA SER MELHOR

BOM NATAL

Um abraço forte a todos os que me leem

07
Dez
07

Caros amigos

Já faz mais de um ano de andanças bloguísticas por estes lados, e só agora reparei.

Boas festas!

07
Dez
07

nataliciamente (já que estamos numa de advérbios de modo, siga!)

tenho andado a percorrer as ruas de Braga a pé. Não por um surto de nostalgia, mas por condição de cicerone. Isto de conduzir quem não é de cá (que eu já vou sendo) por estas ruas traz-nos de volta a uma condição de estranhamento. A um ser estrangeiro emprestado, redescobrir, rebuscar, reencantar-se. E sabe bem isso.

Trouxe também, neste caso, uma viagem a ruas cobertas de bruma e orvalho, abraçadas pelo odor doce e pesado de castanhas e fuligem assando quentes e sendo embrulhadas em cartuchos de papel e tinta. Este cheiro que se soma à bruma para produzir, alquimicamente, numa equação de luzes e sons, uma sensação de Natal, que aquece por dentro e perdura até chegarmos a casa.

25
Nov
07

coisas de natal

é sabido que nunca fui pessoa especialmente dada a dias festivos, natal incluído. A passagem de ano e o aniversário, serão, talvez, ainda piores, de acordo com o que já descrevi nestas páginas virtuais, mas o natal também não é grande espingarda, pelos meus parâmetros. Não se discute o valor do dia em termos mais filosóficos ou religiosos, falo do natal concreto, aquele que se vive todos os anos. Esse nunca (ou antes, desde que tenho idade para não estar vidrada nos brinquedos) foi um dia especialmente do meu agrado.

Este ano, a coisa muda de figura. Vou fazer o meu próprio natal. Hoje pedi à minha mãe a receita do perú de natal aqui de casa (que é nada mais, nada menos que o meu prato favorito, ex aequo, com alguns outros). Tenciono ensaiar primeiro o recheio, para garantir que não falho miseravelmente. E depois, quero fazer o perú com um frango da quinta. Por mais nonsensical que isso possa parecer, o perú é só o receptáculo, o recheio é a grande estrela, tanto que o perú pode até mesmo ser substituido por outra ave, sem grande desprimor para o prato. E com vantagem para o meu frigorífico, onde não cabe um perú. E para mim, com todas as sandes de perú requentado que não terei que comer. Farei, então, uma galinha do campo de natal. Ou talvez outra ave, se me parecer bem, de dimensões modestas adequadas ao número reduzido de convivas.

Pedi também a receita do arroz doce, da aletria, e vou pedir, sem falta a dos formigos, que são os doces de natal de que eu gosto. Nada de frituras. Esses, basta-me um de cada por ano, e vou comê-los em casa parental, com toda a certeza.

Pus o meu presépio (que comprei o ano passado, conforme descrito) num saco para levar. A minha mãe deu-me uma coroa e bolas de natal roxas, de vidro. Vou escolher uma árvore, de plástico, que não mata mais nenhum ser vivo (comprar uma envasada, no meu caso particular, era condená-la à morte lenta) pequenita e não muito feia e uma estrela. Vou dedicar algum tempo à escolha da estrela, que me parece importante.

E vou fazer um pequeno natal em casa. E estou felicísima com a ideia. Quase gosto das decorações! Quase gosto das luzes, e do frio e desta música que irrompeu pela nossa vida quotidiana adentro (e normalmente só me irrita). Nem quero ainda pensar em prendas. Só no quentinho do lar, com quem mais interessa lá dentro, num dia que não será o de Natal, mas que será um natal, cheio de aromas, chocolate quente e um perú que não é perú. E sorrio.




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.
Setembro 2017
S T Q Q S S D
« Jan    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Estatísticas do Blog

  • 189,553 entradas

Comentários Recentes

silvio paulo barcelo… em Músicas antigas
Elizelton em olha 1001!
Lula em Músicas antigas
Kat em Músicas antigas
Kat em Músicas antigas
Roberto em Músicas antigas
Izabel Gonçalves em Músicas antigas
ROMUALDO ROMANOVSKI… em Músicas antigas
rita neves em Músicas antigas
Izabel Kristina em Músicas antigas

Páginas