Archive for the 'músicas' Category

30
Set
08

Músicas antigas

Aqui fica um link que me deixaram para um site onde se podem ouvir, de borla, 1001 álbuns completos de 1955 a 2005.

Apreciem:

http://www.radio3net.ro/1001/?cx=home

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27
Fev
08

Plantage

http://www.samorost2.net/plantage/

Sigam o link. É uma animação muito bonita e uma música também muito interessante. Recomenda-se.

23
Set
07

estive lá…

Sábado, 22 de Setembro – 22h00
Mundo Cão
Centro Cultural Vila Flor – Guimarães


Cinco músicos reconhecidos pelos seus papéis noutras paragens compõem o novo projecto de rock “Mundo Cão”. Pedro Laginha, o actor que veste o papel de “Rui” no elenco da novela “Vingança”, transmitida pela SIC, é o vocalista da banda cujas letras são todas assinadas pelo inconfundível Adolfo Luxúria Canibal.

Embora seja reconhecido enquanto actor, Pedro Laginha já colaborara com os Mão Morta no clip de “Cão da Morte” e posteriormente em alguns temas do último álbum (“Gumes” com Adolfo Luxúria Canibal, e coros em “Estilo” e “Vertigem”). Dessas, muito positivas, colaborações nasceu a vontade de fazer “algo mais”.

Para além de Pedro Laginha, a formação dos Mundo Cão inclui ainda mais dois músicos da banda de culto Mão Morta: o guitarrista Vasco Vaz e o baterista Miguel Pedro. Gonçalo (aka Budda), músico de inúmeros projectos como os Big Fat Mamma, e Nuno Canoche completam este universo. Os Mundo Cão lançaram no passado dia 19 de Março o álbum de estreia, que será apresentado ao vivo no palco do Centro Cultural Vila Flor.

Ficha artística
Pedro Laginha
, voz
Miguel Pedro, bateria, programações, sintetizadores, guitarras, coros
Vasco Vaz, guitarras, coros
Budda, guitarras, coros
Nuno Canoche, baixo, coros

07
Set
07

Caetano

E não é que vem cá o Caetano Veloso? Aqui mesmo, ao Porto, no Coliseu, dias 15 e 16.

07
Set
07

Pavarotti

Este verão está marcado pela morte de vários nomes sonantes, nacionais e internacionais, do cinema à literatura. Não os assinalei. Evito fazer deste blog um obituário ou repositório de notícias.

Mas desta vez não posso deixar de o fazer. Podem fazer-se muitas críticas a Pavarotti, e foram muitas vezes feitas. Mas isso de pouco importa perante o ícone em que se tornou, capaz de unir na mesma sala os mais diversos nomes da música pop/rock e clássica, e capaz de tocar os corações de pessoas de todas as sensibilidades. Um grande democratizador, sem dúvida, morreu ontem. O mundo tem menos uma voz.

18
Ago
07

Não, a sério…

alguém me ajuda a classificar isto... é que eu ainda não consegui…

E o que é que se passa com as calças de lycra e lantejoulas? Metade das bandas em Paredes de Coura (mesmo aquelas de que eu gosto!) actuaram nesses trajes… Será que não aprendemos mesmo nada com os erros do passado? Teremos mesmo que resssuscitar tudo o que foi feito nos anos 80/90?

Recuso-me a usar calças de lycra com lantejoulas, nem que volte a ser a moda mais indispensável. Tenho dito.

17
Ago
07

Bem…

o que dizer de Paredes de Coura 2007…

Posso dizer que não começou lindamente… dia 13 foi muito estranho. Não bastando o facto de o vidro do meu carro ter avariado à chegada, os concertos foram uma desilusão, à excepção de Blasted Mechanism, que foi bom… tal como de todas as outras vezes que já os tinha visto. Não surpreenderam, portanto. Mas enfim, foi um bom concerto. Não tenho palavras para descrever M.I.A. e até hoje não encontro facto que justifique a sua inclusao no cartaz e muito menos a sua posição no alinhamento. E sejamos francos, os babyshambles… foram… breves.

Dia 14 o cenário melhorou muito. Desde logo havia muito mais público, e um público bem mais animado. Spoon estiveram bem. Gogol Bordelo foi uma surpresa e electrizou toda a gente. A chuva, já se sabe, complicou um tanto as coisas e acabei por não ficar para Dinossaur Jr. Mão Morta foi muito, muito bom.

Por fim, las but never least, dia 15 foi a apoteose. Fomos mais tarde para poupar as baterias já cansadas até ao final. Estava à espera de um bom concerto das Cansei de ser sexi, mas foi mesmo óptimo. Muito divertido, muita interacção com o público, que foi facilitada pela língua em comum. Para terminar Sonic Youth, que é um daqueles mitos que não gostava de morrer sem ter visto ao vivo e que não desiludiram. Além do mais, foi o dia melhor atmosfericamente falando, o que também ajudou a moral.

No geral, o festival foi médio. Não houve grandes revelações, à excepção de Gogol Bordelo, nem grandes desilusões. O público esteve sempre muito bem, sem nenhuns problemas e muito na paz, muito heterogéneo, com gente de todos os estilos e idades, o que fica sempre bem. Tirando a manifesta falta de estacionamentos (optámos por pagar 15€ a um local para poder estacionar no quintal do mecânico que me ‘arranjou’ o vidro, durante os 3 dias), a organização não teve problemas. Sentiu-se a falta de alguma animação alternativa (tendinhas com diversos estilos de música, por exemplo) o que tornava os espaços entre os concertos – ou porque não, os concertos que não nos interessavam – bastante mortos. Se fosse o MRS dava-lhe nota 14 – passa com uma nota jeitosinha, mas sem distinção. Para o ano há mais. Vejamos o que nos reserva.




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.
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