Arquivo de Março, 2009

22
Mar
09

Dia de Domingo glorioso…

O problema de trabalhar ao sábado é que o fim-de-semana quase que desaparece…

Um domingo como hoje compensa isso. Para começar, o sol quentinho e intenso de início de promavera. Depois, almoçar cedo e ir passear sem rumo. Mesmo sem rumo… Passámos por Tibães, depois fomos em direcção a Prado e pelo meio parámos numapraia fluvial do rio Cávado, com águas caudalosas e tranquilas e um caminho de terra entre o rio e o arvoredo. Apanhámos sol, vimos os patos, molhámos as mãos, e caminhámos até o caminho acabar e voltarmos para trás. Tudo envolvido pela luz e pelo verde e por um silêncio interrompido pelo som dos nossos pés na terra e o cantar de pássaros.

Cheios de fome, parámos de novo para comer um lanche. Sempre em ritmo de passeio andámos por aldeias onde ainda havia vacas e ovelhas e cães e verde, onde as pessoas olham para os carros que não conhecem com estranheza. Vimos um castelo que nem sabemos onde fica e aonde não consegimos chegar… Enchemos os olhos de verde, os pulmões de ar. Já cansados, fomos comer uma fartura em Vila Verde e regressámos a casa.

Todos os domingos deviam ser assim… Só é pena não termos levado a máquina fotográfica.

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11
Mar
09

A minha família

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11
Mar
09

estado de coisas

A sorte não bafejou para estes lados. Não sou euromilionária. 😦 Lá continuo resignada à minha sorte de bolseira pobre.

Noutra nota, recomecei as aulinhas. Chego à sala com fotocópias preparadas para 30 alunos e deparo-me com uma turma de apenas 7! Correu bem, embora com tão poucos alunos as discussões durem menos tempo, e consequentemente, eu tenho que monopolizar mais a aula… Lá se vai de novo a minha voz.

Ando a trabalhar que nem uma louca em várias frentes: preparar exaustivamente as aulas (que é a primeira vez, tenho que começar do zero), atacar o spss para o doutoramento, orientar a minha primeira orientanda em condições, pensar em mais 3 investigações ao mesmo tempo… e pelo meio lembrar-me que tenho um namorido, uma casa, e dias de sol a exigir que estique as pernas. Ando cansada! Mesmo!

O gato Eddie já está de volta ao normal, e terminou a medicação (e a dificuldade que é dar-lhe a medicação…).

E fim de semana já vai longe, mas deu para passear com os meus pais, que estiveram de visita, em Vila Verde e Póvoa do Lanhoso (esta última foi um fiasco porque a ideia era ir ao castelo, mas estava a acontecer uma corrida automóvel e as estradas para lá estavam bloqueadas…) e também mais perto de casa e ainda para um jantar com amigos. Deu para respirar um bocado, no meio do trabalho todo em que me meti.

Do emprego, não há notícias, e as esperanças esmorecem… Há que ter força, e continuar em frente.

E assim tenho passado os dias, longe da blogosfera.

05
Mar
09

euromilhões

Anda toda a blogosfera a pronunciar-se sobre o que faria, se lhe saísse esta bela maquia prometida pelo euromilhões. Resolvi juntar-me à malta.

Não sou nada constante a jogar. Tenho alturas em que jogo todas as semanas 4 euritos, mas depois passo meses sem jogar. Normalmente, jogo em alturas especiais, como o Natal, ano novo, ou o meu aniversário… não porque ache que vou ter um presentinho da santa casa, mas simplesmente porque são alturas em que se fazem mais contas à vida, penso eu.

Nem sempre jogo nos grandes jackpots (nem me fazia diferença, um jackpot ou um prémio normal… é sempre muito).

Se a sorte bafejasse para este lados:

1) nunca mais me preocupava com dinheiro. Detesto ter que pensar tanto em dinheiro. Quando ele tem que ser esticadinho é assim… nunca nos sai da cabeça. Posso/não posso? Será que vou conseguir não por nada no cartão de crédito este mês? Ai, que se avariou qualquer coisa, ou há uma despesa inesperada: está o caldo entornado… Ter aquele dinheiro todo ia permitir-me viver dos juros, e nunca mais ter que me preocupar com dinheiro na vida. Garanto que tinha menos rugas e menos dores de cabeça…

2) comprava a casa com que ando a sonhar há muito tempo. Nada de extravagante. Uma casa – mesmo casa, odeio cada vez mais apartamentos e os vizinhos que vêm atrás do conceito – com um bocado de terreno à volta, árvores, um jardim, uma biblioteca, fora do centro.

3) trocava de carro. Mais uma vez, não tinha que ser extravagante, mas o meu já tem 12 anos e está a cair de podre…

4) pagava os créditos das casas à família ou ajudava a trocar para a casa que quisessem.

5) Apoiava a fundação que está a construir casas para as famílias das crianças com cancro, perto dos IPO’s.

Era isso. E não me digam que não ficavam mais felizes assim…

Já agora, outra resolução era não espalhar aos 7 ventos que tinha ganho, senão lá se ia a paz de espírito.

05
Mar
09

voltei a caber nas minhas

calcasYupiii

(objectivo de ano novo ainda não cumprido, mas para lá vou caminhando.)

03
Mar
09

Hamburgueres

hamburguerNa mesma linha, aproveito para repescar a rúbrica há muito deixada caír: Comida para incapazes culinários.

Hoje fiz uma coisa  muito rara cá em casa – mas mesmo muito rara – batatas fritas e hambúrgueres. Mas claro que tinham que ser caseiros, que a concessão não vai assim tão longe. Ora aqui fica a receita.

Piquei um bom pedaço de carne de porco do lombelo – relativamente limpa de gordura e tenra –  com uma cebola grande e temperos (pimenta, noz moscada, salsa, alho, sal), tudo ao mesmo tempo no robot de cozinha, até estar relativamente macio e homogéneo.

Pus num prato um bocadinho de pão ralado com alho e salsa. Depois, não podia ser mais fácil: é só formar bolas com a mistura de carne e achatá-las no prato de pao ralado, cobrindo-as dos dois lados.Ficam umas bolachas toscas, mas quanto a mim ficam com um aspecto mais interessante que os de compra.

Optei por fazer 4 hamburgueres bastante altos e grandes para o almoço e 6 pequeninos e mais finos que guardei para comer num pão com os acompanhamentos do costume (alface, tomate, ketchup, pickles, queijo, o que mais gostarem) ao jantar. Claro que os maiores têm que fritar em lume mais brando para cozerem por inteiro sem queimar por fora (como são de carne de porco, não convém que fiquem mal passados), enquanto os pequeninos podem fritar mais depressa.

Servi com batatas fritas (caseiras, nada de pré-fritas) e cornichons.

O namorido, que andava com desejos de hamburgueres ficou satisfeito, e eu sempre fugi ao McDonalds e sei o que estava no meu prato.

Bom apetite!

03
Mar
09

Americanisses

Estou a assistir, ao mesmo tempo que trabalho no sofá, a um programa do canal História sobre comidas enlatadas. Fico absolutamente abismada por perceber que aquelas comidas tradicionais do Natal e do Dia de Acção de Graças vêm em pacote ou em lata e que de facto eles acham festivo comer coisas saídas de uma embalagem…

Como amante da boa comida, não consigo assimilar o conceito de rechio de perú em pacote ou caçarola de feijão verde feito com sopa campbel’s de cogumelos e cebola frita de pacote… Nem para a comida do dia a dia, quanto mais dos dias festivos!




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.
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