Arquivo de Dezembro, 2008

24
Dez
08

Apesar de tudo

Este tempo é inevitavelmente de balanços e o balanço deste ano de 2008 tem mesmo muito que se diga:

Foi o ano que começou com a despedida do Porto e com as obras lá em casa, com todas as imensas complicações e crises de nervos que isso implicou;

Foi, para além do mais, o ano em que tudo avariou, crashou ou deixou de funcionar;

Foi o ano em que estive meses a viver em casa alheia, graças à generosidade de uma amiga;

Foi um ano de grandes mudanças na família alargada – com casamentos, nascimentos, gravidezes e outros que tais;

Foi o ano de mudanças a nível pessoal incluindo a união de facto (não gosto do nome, mas não arranjo outro…),
Foi o ano em que adoptei os meus dois gatos;

Foi o ano em que devo ter estado mais tempo a tomar antibióticos vários do que estive 100% saudável e em que andei a gastar os assentos da sala de espera da clínica;

Foi o ano em que engordei 10 kg e ainda não foi este o ano em que me resolvi a frequentar um ginásio;

Foi o ano em que me tornei professora;

Foi o ano em que terminou o projecto de investigação da ESE e a edição do livro  – ainda não publicado;

Foi mais um ano em que o doutoramento andou a reboque dos outros projectos, mas terá que ser mesmo o último em que assim é.

Resumindo, foi um ano tão bom como mau, cheio de emoções fortes de toda a espécie.

E sim, a sombra da crise também andou por cá, as despesas foram muitas e as entradas as de sempre, a gasolinha andou a preços ridículos, o «namorido» acabou o curso e está desempregado, a irmã lá conseguiu emprego… mas isso é o menos!

Para o ano que vem:

1) se houver saúde já é meio caminho andado (ou mais);

2) fazer do doutoramento a prioridade n.º 1 (que bem merece e precisa);

3) continuar a investir nas minhas aulas e nos meus alunos;

4) inscrever-me num ginásio (e desta vez por lá os pés com regularidade) e perder pelo menos 5kg;

5) estabilizar as finanças;

6) arranjar mais tempo para os amigos e a família (e para mim, já agora, não era mau).

E nem preciso de mais resoluções, que estas já me vão dar trabalho de sobra, e, se as cumprir, farão de 2009 um ano com mais emoções boas que más.

Desejos: Saúde e trabalho para mim e para os meus, e claro, paz mundial, menos oscliações da economia, e um planeta que se porte bem (e que sejamos mais simpáticos com o nosso planeta).

Um bom ano para todos!

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24
Dez
08

Feliz Natal

natal2

Desejo a todos os que me lêem um feliz Natal e um ano de 2009 cheio de sucessos, a todos os níveis.

22
Dez
08

lenços de namorados

Vivo em Braga já vai para 10 anos, e embora não seja nascida e criada minhota, tenho esta região muito perto do coração. Adoro o verde, as pessoas, a gastronomia e… o artesanato..
Desenvolvi de há uns tempos para cá um gosto especial pelos lenços de namorados, tão típicos de Vila Verde.
Tenho um relógio com motivo de lenços de namorados e apaixonei-me pela colecção que existe à venda no Continente de coisas de casa com esse motivo. O ano passado, por esta altura, comprei em promoção dois conjuntos de toalhas de casa de banho desta linha e desde então que ando a namorar o serviço de mesa com lenços de namorados. Fui resistindo à tentação e cedi apenas ao desejo de comprar as chávenas de café e açucareiro, num conjunto jeitosinho. Cada vez que ia ao continente, lá ia eu passar ao lado dos meus pretendidos pratos, na esperança de os encontrar com desconto em cartão. E como não estavam… encolhia os ombros e resistia.

Até que ontem, liga-me a minha irmã a dizer que havia promoção de 50% este fim de semana em todas as loiças! E mesmo doente – sim, estou de novo doente, yay – lá me arrastei até ao continente na senda dos meus amados. O cenário era o previsível para o último fim de semana antes do Natal: carros até perder de vista, indicativos de que o centro comercial estaria à pinha. Foquei-me no meu objectivo: estacionei longe que aquele parque não estava para brincadeiras, avancei directa em direcção à secção que me interessava, peguei nos «meus» pratos, sem olhar para mais nada, enfiei-os no carrinho, e rumei para as caixas, sem inflexões no percurso nem hesitações.

Lá apanhei uma caixa de até 10 objectos não muito cheia  e fui-me embora com a minha compra e metade do seu valor no cartão! Meio km de regresso ao carro e rumo a casa. Depois a aventura foi levá-lo do carro – que ficou ainda longe de casa – até à tranquilidade do lar… que aquilo pesa e magoa nas mãos. Mas tudo valeu a pena para agora poder mirá-los na minha sala.

Não é que não tenha mais que fazer, que até tenho… e muito… mas como mal consigo respirar e já estou farta de estar doente, não tenho a menor paciência para fazer coisas sérias. E então meti na cabeça que agora só me faltava o verdadeiro – ou seja – um autênctico lenço de namorados. Já os namorei também a eles, muitas vezes, na exposição de artesanato na praça central, mas aí não há cartão de descontos que me valha… e para quem sabe bordar qualquer coisa, custa dar tanto dinheiro por um bordado simples. Então rumei pela net em busca de padrões de lenços de namorados que pudesse bordar.

Já sei que este é um daqueles projectos que vão ser adiados para as calendas gregas (basta pensar que ainda nem comecei o quadro que queria fazer para o nascimento do meu sobrinho… que nasceu em Agosto), mas resolvi partilhar aqui os desenhos que finalmente encontrei.

04
Dez
08

X Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação

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X CONGRESSO da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação

Investigar, Avaliar, Descentralizar

O discurso político-educacional dos últimos vinte anos tem insistido na repartição, quando não devolução, de responsabilidades educacionais entre o Estado e os agentes da Sociedade Civil.

Em nome da desburocratização, da eficiência e da eficácia tem-se procurado diminuir o papel do Estado na promoção da educação, e tem-se proposto um conjunto de medidas liberalizadoras da iniciativa e da acção educadora que remetem o Estado para um papel regulador, articulador, avaliador.

Inscrevem-se, genericamente, nestas mudanças outras formas de regulação que passam pela descentralização e pela desconcentração, pela avaliação (dos alunos, dos profissionais e das organizações educativas), pelas parcerias público-privadas, pela participação de outros actores educativos (pais e as respectivas associações). Neste sentido, têm vindo a ser desenvolvidas diversas orientações e políticas educativas, com algumas especificidades no contexto português, que se têm constituído também como um dos objectos privilegiados de reflexão e investigação.

Esperamos que este congresso possa ser uma boa oportunidade para fazer um balanço crítico e criativo destes trabalhos, impulsionando novas sinergias no campo das Ciências da Educação e novas propostas de aprofundamento do olhar e da acção no âmbito das políticas e práticas educativas.




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.
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