Archive for the 'coisas da vida' Category

11
Mar
09

A minha família

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11
Mar
09

estado de coisas

A sorte não bafejou para estes lados. Não sou euromilionária. 😦 Lá continuo resignada à minha sorte de bolseira pobre.

Noutra nota, recomecei as aulinhas. Chego à sala com fotocópias preparadas para 30 alunos e deparo-me com uma turma de apenas 7! Correu bem, embora com tão poucos alunos as discussões durem menos tempo, e consequentemente, eu tenho que monopolizar mais a aula… Lá se vai de novo a minha voz.

Ando a trabalhar que nem uma louca em várias frentes: preparar exaustivamente as aulas (que é a primeira vez, tenho que começar do zero), atacar o spss para o doutoramento, orientar a minha primeira orientanda em condições, pensar em mais 3 investigações ao mesmo tempo… e pelo meio lembrar-me que tenho um namorido, uma casa, e dias de sol a exigir que estique as pernas. Ando cansada! Mesmo!

O gato Eddie já está de volta ao normal, e terminou a medicação (e a dificuldade que é dar-lhe a medicação…).

E fim de semana já vai longe, mas deu para passear com os meus pais, que estiveram de visita, em Vila Verde e Póvoa do Lanhoso (esta última foi um fiasco porque a ideia era ir ao castelo, mas estava a acontecer uma corrida automóvel e as estradas para lá estavam bloqueadas…) e também mais perto de casa e ainda para um jantar com amigos. Deu para respirar um bocado, no meio do trabalho todo em que me meti.

Do emprego, não há notícias, e as esperanças esmorecem… Há que ter força, e continuar em frente.

E assim tenho passado os dias, longe da blogosfera.

28
Fev
09

Evasões bloguísticas

Ando evadida do blog… Tenho andado sem grande paciência para contar coisas, nem sei explicar bem porquê. Isto dos blogs tem fases, ao menos eu sinto isso… Há alturas em que dá imensa «pica», em que estamos a viver as coisas e já estamos a pensar «isto dava um bom post», mas depis há outras alturas em que, ainda que possam acontecer outras coisas, não apetece escrever. Ando pacífica e cheia de trabalho – talvez por isso não escreva!

Entretanto, descobri outros prazeres na blogosfera.

Andei muito tempo a ler pouco do que se passava – lá está a falta de tempo – e perdi a paciência para blogs de que antes gostava muito (vai-se-lá-saber-porquê…). Depois, pouco a pouco, voltei a vir piscar o olho à blogosfera. Mantive o interesse e o gosto por ler blogs, mas agora ando a apreciar mais os blog pessoais. Aqueles leves, bons de ler, bem escritos e com piada, de pessoas com vidas normais, mais ou menos parecidas com a minha (às vezes pouco), com as quais chegamos a sentir uma forte empatia à distância. O namorido não percebe. Há uns tempos atrás, um bloguista que não conheço pessoalmente e a quem nunca escrevi uma mensagem, embora leia regularmente o seu blog, teve uma grande desventura na sua vida. E quando li sobre ela, fiquei honestamente abalada. Como se de um amigo se tratasse. Um amigo silencioso e à distância, que nem fazia ideia que naquele momento me compadecia dele, quem quer que fosse… Pode parecer uma tolice, eu compreendo que sim… mas é real.

E dada a mudança geral de tom dos blogs que ultimamente tem chamado a minha atenção e dos quais me tenho tornado leitora mais ou menos assídua, tenho tido a necessidade de procurar novos blogs. Tenho seguido liks, ou visto caixas de comentários a posts de que gostei e ver os blogs de quem comentou com interesse. E, pela primenira vez, estou a ganhar o hábito de comentar posts. Não costumava fazê-lo, mas tem-me sabido bem e estou a fazer descobertas interessantes.

De resto… Volto a dar aulas no dia 6 de Março (está quase) e ando a prepará-las com afinco. Desejem-me sorte.

30
Set
08

De regresso

Não sei ao certo porquê, sinto uma certa necessidade de me justificar perante aquelas almas (reais ou virtuais) que têm perdido o seu tempo a passar por este espaço em vão, procurando novidades.

Tenciono regressar. Vamos a ver como e quanto.

Abraços.

13
Abr
08

o pior fim de semana de sempre

Já se sabe que a vida está cheia de ironias, mas a novidade reside, precisamente, em saber qual a ironia que se segue. Ora, desta vez, o revés das obras.

Pois até que já voltei para casa e estava feliz com o rumo tomado pelas coisas, com a reorganização e o regresso. Pois que até já estava em descompressão, perante a esperança de finalmente me ver livre disto tudo muito muito em breve. Ontem! E eis senão quando tudo leva outra volta e fica de pernas para o ar, nem que seja só para provar, ostensivamente, que não se pode confiar em nada.

Fui para o Porto na 5.ª, com planos de regressar no domingo. Por uma feliz coincidência, acabamos por regressar (eu e a cara-metade) na sexta à noite, apenas para deparar com uma inundação. Perguntam vocÊs: mas eu não troquei os canos? Não é essa uma das coisas básicas a fazer numa renovação?

Pois troquei. É claro que troquei. Por canos de inox, supostamente inafundáveis, como o titanic. E como ele e as minhas expectativas – furados. Rebentou uma junção entre 2 canos. Sim, canos de inox com 15 dias de existência. O que não apela muito à minha confiança no resto dos seus congéneres e do trabalho que aqui foi feito.

Ora, depois de umas horas a tentar aguentar o barco e a limpar, tentando não me irritar demasiado – o improvável acontece. Fazemos cair a velha sanita que antes estava na minha casa de banho. Eis senão quando nos apercebemos, estupefactos, que esta estava cheia – tinha sido utilizada para a sua função natural, sabe-se lá por quantos dos trabalhadores que andavam lá em casa, já desligada da canalização. Podem imaginar o cheiro, o desespero, a raiva… Que tipo de pessoas, no seu perfeito juizo, utilizam uma sanita desligada? Ainda mais, quando há 2 sanitas novinhas e em perfeitas condições de funcionamento? Que tipo de porcos deixam uma coisa destas semanas em casa de uma pessoa, sem qualquer aviso?

Resultado, limpar a urina alheia até às 5 da manhã, por entre lágrimas de raiva. Ah sim, e depois voltar a ligar à água para tomar o tão necessário duche, sabendo que estávamos a inundar novamente a marquise enquanto o fazíamos.

E o mais bonito de tudo isto é que ninguém é capaz de assumir as responsabilidades. No dia seguinte o picheleiro foi reparar os estragos e ainda tem a coragem de se passar pelo maior inocente, dizer-me na cara que a conta da água nem vai ser assim tão alta (pague-a ele, se não lhe faz diferença) e culpar o material – sim, o material que ele mesmo comprou – como se tal o ilibasse da responsabilidade.

Acho que nunca quis tanto bater numa pessoa.

E amanhã já é segunda e estou ainda mais cansada que na sexta.

Se puder evitá-lo não me voltam a apanhar em obras. E neste momento só quero ver-me livre deste bando de irresponsáveis.

02
Abr
08

Abril

Abril é sempre um mês complicado para mim. Porque faço anos em Abril, claro. Abril é o mês negro. Mesmo se o namorado (que durante quase 2 meses vai ser 5 anos mais novo do que eu, o que ainda me parece levemente obsceno… nem posso esperar pelo dia de anos dele em que voltamos aos já costumados 4 anos) me diz continuamente que fazer anos é bom e me dá mil razões válidas e bonitas para isso… custa.

mas este ano, sobrepõe-se à névoa aniversarial o regresso a casa. A uma casa ainda semi-concluída e em pantanas, mas renovada. Estreei hoje o meu forno. Tenho pela primeira vez um forno que realmente funciona e já me artilhei de formas de bolo e pratos de forno para fazer uso dele. Tenho uma casa cheia de coisas novas para estrear. E também cheia de caos. É uma fonte constante de preocupação e trabalho, quer para ir pondo as coisas no sítio, quer porque ha sempre coisas que correm mal, e a lei de murphy é inescapável. E neste caso foi correndo muita coisa mal. E eu tive que estar (e tenho, ainda) sempre em cima dos homens para ver se a coisa não descambava mais. Continuo com um fogão que faz uma chama olímpica, com um tecto falso novo com infiltrações, com grades em falta, etc. E tudo isso tem dado muito que pensar e que fazer. Mas o que importa é que agora estou de volta. E isso soa a novo e a recomeço… e essas são palavras que soam como a mais bela música aos meus ouvidos.

13
Mar
08

Ah é verdade

A entrega dos móveis resultou em uma parede (acabada de pintar) esmurrada e uma porta (acabada de envernizar) pelo mesmo caminho. as coisas têm mesmo uma atracção pelo caos. Quando parece que está quse, volta ao início…

(sim, eu tenho esperança de daqui a uma semana ou 15 dias poder enfrentar a tarefa monumental de arrumar, limpar e por tudo a funcionar de novo. E de algum tempo depois recuperar a minha sanidade mental)…




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.
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