Arquivo de Novembro, 2007

25
Nov
07

coisas de natal

é sabido que nunca fui pessoa especialmente dada a dias festivos, natal incluído. A passagem de ano e o aniversário, serão, talvez, ainda piores, de acordo com o que já descrevi nestas páginas virtuais, mas o natal também não é grande espingarda, pelos meus parâmetros. Não se discute o valor do dia em termos mais filosóficos ou religiosos, falo do natal concreto, aquele que se vive todos os anos. Esse nunca (ou antes, desde que tenho idade para não estar vidrada nos brinquedos) foi um dia especialmente do meu agrado.

Este ano, a coisa muda de figura. Vou fazer o meu próprio natal. Hoje pedi à minha mãe a receita do perú de natal aqui de casa (que é nada mais, nada menos que o meu prato favorito, ex aequo, com alguns outros). Tenciono ensaiar primeiro o recheio, para garantir que não falho miseravelmente. E depois, quero fazer o perú com um frango da quinta. Por mais nonsensical que isso possa parecer, o perú é só o receptáculo, o recheio é a grande estrela, tanto que o perú pode até mesmo ser substituido por outra ave, sem grande desprimor para o prato. E com vantagem para o meu frigorífico, onde não cabe um perú. E para mim, com todas as sandes de perú requentado que não terei que comer. Farei, então, uma galinha do campo de natal. Ou talvez outra ave, se me parecer bem, de dimensões modestas adequadas ao número reduzido de convivas.

Pedi também a receita do arroz doce, da aletria, e vou pedir, sem falta a dos formigos, que são os doces de natal de que eu gosto. Nada de frituras. Esses, basta-me um de cada por ano, e vou comê-los em casa parental, com toda a certeza.

Pus o meu presépio (que comprei o ano passado, conforme descrito) num saco para levar. A minha mãe deu-me uma coroa e bolas de natal roxas, de vidro. Vou escolher uma árvore, de plástico, que não mata mais nenhum ser vivo (comprar uma envasada, no meu caso particular, era condená-la à morte lenta) pequenita e não muito feia e uma estrela. Vou dedicar algum tempo à escolha da estrela, que me parece importante.

E vou fazer um pequeno natal em casa. E estou felicísima com a ideia. Quase gosto das decorações! Quase gosto das luzes, e do frio e desta música que irrompeu pela nossa vida quotidiana adentro (e normalmente só me irrita). Nem quero ainda pensar em prendas. Só no quentinho do lar, com quem mais interessa lá dentro, num dia que não será o de Natal, mas que será um natal, cheio de aromas, chocolate quente e um perú que não é perú. E sorrio.

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25
Nov
07

E não é que…

… o sol foi de pouca dura? Continuo sem net, afinal de contas. As peripécias já são tantas que estou em dúvida se as transformo num post ou numa cartinha para a DECO… talvez, e vejam que sublinho a palavra TALVEZ na 2.ª volte a estar ligada ao resto do mundo…

20
Nov
07

De volta!!!

Finalmente, depois de um tempo que prefiro não contabilizar e de inúmeras peripécias, voltei a ter um computador pessoal efectivamente pessoal e ligação à net. É bom estar de volta! Tenho tanta coisa que por em dia que nem sei por onde começar, mas para já deixo aqui simplesmente esta nota: estou de volta.

16
Nov
07

é injusto

disseram os senhores que entregam os computadores mais net do engenheiro sócrates que me iam entregar o portátl mais net do engenheiro sócrates hoje. das 9 às 18 de hoje… já me parece um prazo bem alargado… e eu, que até tive exame de espanhol (Diploma de Español como Lengua Extranjera) hoje o dia todo, tive que deixar o meu rapaz de plantão o dia todo… e o que fazem os senhores? Não aparecem. Nem telefonam a avisar que não se vão dignar a aparecer. E cá continuo eu sem net e sem computador. Estou oficialmente chateada.

O meu nariz está de greve, para piorar as coisas. Estou oficialmente chateada, chateada, chateada.

E vou continuar calada porque continuo sem net nem portátil, e com um envelope de 150€ na carteira.

02
Nov
07

Estado de sítio

Meus caros, ando ausente, não por falta, mas por excesso de notícias!

Já estou a viver em Braga, ainda que não tenha concluído as mudanças. A casa ainda está em pantanas… e passo metade do tempo a arrumar, mas parece que a tralha não chega ao fim… Em breve, para piorar a situação (e depois melhorá-la, é claro, mas o entretanto vai ser péssimo) devo começar com obras em casa… Sim, na casa onde estou a viver. Yay!

Estive doente, ainda estou a antibióticos o que me deixa meio grogue…

E last, but never least, o meu computador morreu. Foi à vida. Finou-se. Bateu as botinhas. Definitivamente e sem arranjo possível. Ou seja, estou sem net. A falta que me faz a net! Já não sei viver sem ela!! Emprestaram-me gentilmente um PC, no qual posso escrever, o que é óptimo e me dá um jeitão, mas não tenho net (por incompatibilidade com o meu kanguru) o que é triste!

Enfim, vou passar o fim-de-semana a Candoso City, com o meu mais-que-tudo, que também mereço descansar um bocadinho. Eu volto.




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.
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