Paginas de arquivo 2

08
Mai
09

Caladinha

Ando caladinha… que é como quem diz, ando produtiva. Stressada, a mil, focada no muito que tenho que fazer e no pouco tempo que tenho para fazê-lo.

A recolha de dados avança. O primeiro caítulo também.

Só o resto do mundo é que parece não existir, e as minhas costas adquirem aos poucos os contornos do sofá, de tanto se curvarem para preencer aquele côncavo, com o portátil nos joelhos.

E soma-se a isto uma pequena victória: descobri como por questionários online, aqui. Por enquanto, sou fã!! Lindo, até dá para fazer downoad dos resultados para o SPSS. Yay. Isto fez o meu dia – o que também diz alguma coisa do que têm sido os dias. E ainda bem, é assim mesmo que se querem, até ao fim do Verão, pelo menos.

08
Mai
09

sandálias 4 – pés 0

Hoje calcei sandálias pela primeira vez de 2009.

Resultado: nada mais, nada menos, que 4 bolhas, a acrecer à ferida resultante do dia de ontem:

Sapatos sem meias 1 – pés 0

Dor… Dor e sofrimento.

25
Abr
09

Sábado

Depois de tanto, tanto tempo, um sábado com sabor de sábado. Já não me lembrava de passar um fim de semana em casa, sem aulas nem idas a casa de pais e/ou sogros. Sabe bem!
Não que esteja para aqui ociosa a aproveitar o dia… Ontem dei a última aula do ano e venci o prazo que tinha estabelecido para mim própria para deixar de procrastinar… e pegar mesmo no meu doutoramento, que não vai aparecer feito por milagre, por mais que eu enterre a cabeça na areia.
Mas mesmo assim, é bom estar em casa.

16
Abr
09

Quarter life crisis

Já é sobremaneira conhecida a noção de mid-life crisis. a crise de meia idade lá pelos 40 e ou 50 e, que se expressa na procura da juventude perdida e porventura insuficientemente aproveitada.
Sempre achei que caminhava a passos largos e seguros para uma dessas.
Porque odeio fazer anos, odeio envelhecer, acho que os melhores anos da minha vida, aqueles em que me diverti mais, já passaram. Porque desde os 20 anos que o mês de Abril é um drama…
Mas a verdade é que tenho vindo a provar que a minha auto-profecia está errada. Não, não juro que lá pelos 50 não faça um monte de plásticas e vista vestidos excessivamente curtos acompanhados de demasiada maquilhagem. Isso permanece uma possibilidade – um tanto assustadora…
Mas, ao ouvir falar do mais recente conceito de quarter-life crisis, descubro que, embora reúna algumas (muitas) das suas condições, não me encontro a atravessar nada do género. O que me parece que é um bom indicador para a minha versão cinquentona.
Fiz, há uns dias, 28 anos. Foi um dia que me apeteceu que terminasse depressa. Não planeei festas. Soprei umas velas à pressa e a contra-gosto, como sempre. Sem emoção de monta… isso mesmo, nem sequer negativa.
Estou, como é suposto por quem padece desta «maleita» a fazer um doutoramento. Mas não como forma de adiar uma entrada no mundo do trabalho e da responsabilidade. Estou a fazer um doutoramento por uma escolha vocacional consciente, e também, em parte, porque o mundo do trabalho não me apresentou nenhuma alternativa mais apelativa. E estou morta por entrar a sério no mundo do trabalho (académico, no caso), e deixar de ser estudante, bolseira, sem IRS nem direito a subsídio de desemprego e sem estabilidade que me permita por os pés a caminho para tornar reais os planos que se fazem sempre (mesmo que sejam irrealistas).
Estou na janela etária «de risco» e no grupo socio-economico e cultural «de risco». Não sou casada nem tenho filhos. Mas estou muito bem como estou, comprometida da silva e não a fugir das responsabilidades.

Não tenho falta de planos, responsabilidades nem compromissos. Parece-me, até, que tenho planos demais. Mas enfim… estou mais velha, e não estou em crise. Nem sequer a de quarto de vida.

22
Mar
09

Dia de Domingo glorioso…

O problema de trabalhar ao sábado é que o fim-de-semana quase que desaparece…

Um domingo como hoje compensa isso. Para começar, o sol quentinho e intenso de início de promavera. Depois, almoçar cedo e ir passear sem rumo. Mesmo sem rumo… Passámos por Tibães, depois fomos em direcção a Prado e pelo meio parámos numapraia fluvial do rio Cávado, com águas caudalosas e tranquilas e um caminho de terra entre o rio e o arvoredo. Apanhámos sol, vimos os patos, molhámos as mãos, e caminhámos até o caminho acabar e voltarmos para trás. Tudo envolvido pela luz e pelo verde e por um silêncio interrompido pelo som dos nossos pés na terra e o cantar de pássaros.

Cheios de fome, parámos de novo para comer um lanche. Sempre em ritmo de passeio andámos por aldeias onde ainda havia vacas e ovelhas e cães e verde, onde as pessoas olham para os carros que não conhecem com estranheza. Vimos um castelo que nem sabemos onde fica e aonde não consegimos chegar… Enchemos os olhos de verde, os pulmões de ar. Já cansados, fomos comer uma fartura em Vila Verde e regressámos a casa.

Todos os domingos deviam ser assim… Só é pena não termos levado a máquina fotográfica.

11
Mar
09

A minha família

11
Mar
09

estado de coisas

A sorte não bafejou para estes lados. Não sou euromilionária. :( Lá continuo resignada à minha sorte de bolseira pobre.

Noutra nota, recomecei as aulinhas. Chego à sala com fotocópias preparadas para 30 alunos e deparo-me com uma turma de apenas 7! Correu bem, embora com tão poucos alunos as discussões durem menos tempo, e consequentemente, eu tenho que monopolizar mais a aula… Lá se vai de novo a minha voz.

Ando a trabalhar que nem uma louca em várias frentes: preparar exaustivamente as aulas (que é a primeira vez, tenho que começar do zero), atacar o spss para o doutoramento, orientar a minha primeira orientanda em condições, pensar em mais 3 investigações ao mesmo tempo… e pelo meio lembrar-me que tenho um namorido, uma casa, e dias de sol a exigir que estique as pernas. Ando cansada! Mesmo!

O gato Eddie já está de volta ao normal, e terminou a medicação (e a dificuldade que é dar-lhe a medicação…).

E fim de semana já vai longe, mas deu para passear com os meus pais, que estiveram de visita, em Vila Verde e Póvoa do Lanhoso (esta última foi um fiasco porque a ideia era ir ao castelo, mas estava a acontecer uma corrida automóvel e as estradas para lá estavam bloqueadas…) e também mais perto de casa e ainda para um jantar com amigos. Deu para respirar um bocado, no meio do trabalho todo em que me meti.

Do emprego, não há notícias, e as esperanças esmorecem… Há que ter força, e continuar em frente.

E assim tenho passado os dias, longe da blogosfera.

05
Mar
09

euromilhões

Anda toda a blogosfera a pronunciar-se sobre o que faria, se lhe saísse esta bela maquia prometida pelo euromilhões. Resolvi juntar-me à malta.

Não sou nada constante a jogar. Tenho alturas em que jogo todas as semanas 4 euritos, mas depois passo meses sem jogar. Normalmente, jogo em alturas especiais, como o Natal, ano novo, ou o meu aniversário… não porque ache que vou ter um presentinho da santa casa, mas simplesmente porque são alturas em que se fazem mais contas à vida, penso eu.

Nem sempre jogo nos grandes jackpots (nem me fazia diferença, um jackpot ou um prémio normal… é sempre muito).

Se a sorte bafejasse para este lados:

1) nunca mais me preocupava com dinheiro. Detesto ter que pensar tanto em dinheiro. Quando ele tem que ser esticadinho é assim… nunca nos sai da cabeça. Posso/não posso? Será que vou conseguir não por nada no cartão de crédito este mês? Ai, que se avariou qualquer coisa, ou há uma despesa inesperada: está o caldo entornado… Ter aquele dinheiro todo ia permitir-me viver dos juros, e nunca mais ter que me preocupar com dinheiro na vida. Garanto que tinha menos rugas e menos dores de cabeça…

2) comprava a casa com que ando a sonhar há muito tempo. Nada de extravagante. Uma casa – mesmo casa, odeio cada vez mais apartamentos e os vizinhos que vêm atrás do conceito – com um bocado de terreno à volta, árvores, um jardim, uma biblioteca, fora do centro.

3) trocava de carro. Mais uma vez, não tinha que ser extravagante, mas o meu já tem 12 anos e está a cair de podre…

4) pagava os créditos das casas à família ou ajudava a trocar para a casa que quisessem.

5) Apoiava a fundação que está a construir casas para as famílias das crianças com cancro, perto dos IPO’s.

Era isso. E não me digam que não ficavam mais felizes assim…

Já agora, outra resolução era não espalhar aos 7 ventos que tinha ganho, senão lá se ia a paz de espírito.

05
Mar
09

voltei a caber nas minhas

calcasYupiii

(objectivo de ano novo ainda não cumprido, mas para lá vou caminhando.)

03
Mar
09

Hamburgueres

hamburguerNa mesma linha, aproveito para repescar a rúbrica há muito deixada caír: Comida para incapazes culinários.

Hoje fiz uma coisa  muito rara cá em casa – mas mesmo muito rara – batatas fritas e hambúrgueres. Mas claro que tinham que ser caseiros, que a concessão não vai assim tão longe. Ora aqui fica a receita.

Piquei um bom pedaço de carne de porco do lombelo – relativamente limpa de gordura e tenra -  com uma cebola grande e temperos (pimenta, noz moscada, salsa, alho, sal), tudo ao mesmo tempo no robot de cozinha, até estar relativamente macio e homogéneo.

Pus num prato um bocadinho de pão ralado com alho e salsa. Depois, não podia ser mais fácil: é só formar bolas com a mistura de carne e achatá-las no prato de pao ralado, cobrindo-as dos dois lados.Ficam umas bolachas toscas, mas quanto a mim ficam com um aspecto mais interessante que os de compra.

Optei por fazer 4 hamburgueres bastante altos e grandes para o almoço e 6 pequeninos e mais finos que guardei para comer num pão com os acompanhamentos do costume (alface, tomate, ketchup, pickles, queijo, o que mais gostarem) ao jantar. Claro que os maiores têm que fritar em lume mais brando para cozerem por inteiro sem queimar por fora (como são de carne de porco, não convém que fiquem mal passados), enquanto os pequeninos podem fritar mais depressa.

Servi com batatas fritas (caseiras, nada de pré-fritas) e cornichons.

O namorido, que andava com desejos de hamburgueres ficou satisfeito, e eu sempre fugi ao McDonalds e sei o que estava no meu prato.

Bom apetite!

03
Mar
09

Americanisses

Estou a assistir, ao mesmo tempo que trabalho no sofá, a um programa do canal História sobre comidas enlatadas. Fico absolutamente abismada por perceber que aquelas comidas tradicionais do Natal e do Dia de Acção de Graças vêm em pacote ou em lata e que de facto eles acham festivo comer coisas saídas de uma embalagem…

Como amante da boa comida, não consigo assimilar o conceito de rechio de perú em pacote ou caçarola de feijão verde feito com sopa campbel’s de cogumelos e cebola frita de pacote… Nem para a comida do dia a dia, quanto mais dos dias festivos!

03
Mar
09

CONVITE capa-livro

As Edições Afrontamento e a Escola Superior de Educação do Porto têm o prazer de convidar V. Exa. para a sessão de apresentação do livro organizado por Graça Mota “Crescer nas Bandas Filarmónicas – Um estudo sobre a construção da identidade musical de jovens portugueses”, seguido de concerto pela Banda Sinfónica Portuguesa. A sessão terá lugar no dia 29 de Março, pelas 11 horas, no corredor poente da Casa da Música, no Porto.

A obra será apresentada por Milice Ribeiro dos Santos.

Caso queira assistir ao concerto (gratuito) deverá confirmar a sua presença para os números 225074220 e 225073383 para que o seu bilhete seja reservado e o possa levantar, à chegada, na bilheteira da Casa da Música.

(Sou co-autora de 3 capítulos)

02
Mar
09

hoje é dia de espera.

Foi um dia de muita antecipação. Um dos meus gatos foi hoje à faca. Tudo bem que foi uma coisa perfeitamente rotineira, uma castração, mas parte-me o coração deixar um dos meus gatos no veterinário… Não é que possamos explicar-lhe o que se passa e eles ficam sempre com aquele ar de traídos e injustiçados… Correu tudo bem, felizmente. Tenho os dois «putos» aqui ao lado a dormir, um mais grogue que o outro, mas bem.

O namorido teve uma entrevista de emprego. As coisas estão promissoras.

E então aqui fico eu a esperar e desesperar até saber se correu tudo bem. E correu. Deste segundo tema ainda não há certezas, mas correu tudo bem. Só a espera é que não acabou!

28
Fev
09

E para desfazer já a seguir essa pontinha de inveja

Antes do concerto comi à pressa num café perto do coliseu… (suspense)… uma sandes com ovo… que me causou uma bela salmonelose. E fui toda enjoada e tonta apresentar o meu paper no Colóquio…

Oh, inclemência!

P.S.: Já estou boa, obrigada.

28
Fev
09

Só para meter nojo…

Nem que seja tardiamente.

http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/35484

Aproveitando a conferência em Lisboa, estive aqui.

28
Fev
09

Evasões bloguísticas

Ando evadida do blog… Tenho andado sem grande paciência para contar coisas, nem sei explicar bem porquê. Isto dos blogs tem fases, ao menos eu sinto isso… Há alturas em que dá imensa «pica», em que estamos a viver as coisas e já estamos a pensar «isto dava um bom post», mas depis há outras alturas em que, ainda que possam acontecer outras coisas, não apetece escrever. Ando pacífica e cheia de trabalho – talvez por isso não escreva!

Entretanto, descobri outros prazeres na blogosfera.

Andei muito tempo a ler pouco do que se passava – lá está a falta de tempo – e perdi a paciência para blogs de que antes gostava muito (vai-se-lá-saber-porquê…). Depois, pouco a pouco, voltei a vir piscar o olho à blogosfera. Mantive o interesse e o gosto por ler blogs, mas agora ando a apreciar mais os blog pessoais. Aqueles leves, bons de ler, bem escritos e com piada, de pessoas com vidas normais, mais ou menos parecidas com a minha (às vezes pouco), com as quais chegamos a sentir uma forte empatia à distância. O namorido não percebe. Há uns tempos atrás, um bloguista que não conheço pessoalmente e a quem nunca escrevi uma mensagem, embora leia regularmente o seu blog, teve uma grande desventura na sua vida. E quando li sobre ela, fiquei honestamente abalada. Como se de um amigo se tratasse. Um amigo silencioso e à distância, que nem fazia ideia que naquele momento me compadecia dele, quem quer que fosse… Pode parecer uma tolice, eu compreendo que sim… mas é real.

E dada a mudança geral de tom dos blogs que ultimamente tem chamado a minha atenção e dos quais me tenho tornado leitora mais ou menos assídua, tenho tido a necessidade de procurar novos blogs. Tenho seguido liks, ou visto caixas de comentários a posts de que gostei e ver os blogs de quem comentou com interesse. E, pela primenira vez, estou a ganhar o hábito de comentar posts. Não costumava fazê-lo, mas tem-me sabido bem e estou a fazer descobertas interessantes.

De resto… Volto a dar aulas no dia 6 de Março (está quase) e ando a prepará-las com afinco. Desejem-me sorte.

10
Fev
09

É injusto

Os organizadores de conferências não têm uma pinga de romantismo, tenho dito!
Quem se lembra de organizar uma conferência que termina no dia 14 de Fevereiro, lá para o fim da tarde? E ainda por cima marcar a minha apresentação para essa mesma tarde, que é para nem dar hipótese de me escapulir mais cedo? E assim vou chegar a casa tarde de mais para sequer jantar com o namorado…
é verdade que o dia dos namorados é uma treta, comercialóide e tudo o mais. Que não interessa ao menino jesus. Mas a verdade é que faz mossa. Se estivéssemos juntos nesse dia provavelmente nem fazíamos nada de especial, mas estar fora parece-me mal. É quase tão deprimente como estar solteira no referido dia – sim, porque os 14 de Fevereiro só contam mesmo a sério para quem está solteiro, divorciado, ou tem 14 anos. Para o resto de nós, só contam pela negativa e quando a distância se mete pelo meio… Apre.
Uma nota: se querem mesmo organizar conferências no dia 14 de Fevereiro e ainda assim querem ter conferencistas felizes, façam com que terminem de manhã, que ao menos dá tempo para chegar a casa a horas decentes e anti-depressivas. Obrigada.

08
Fev
09

correrias

Os dias têm passado. Seguidinhos. Uns a seguir aos outros, sem pausas, num corridinho incansável que ameaça roubar-me de vez o fôlego curto. Perdem a forma e transformam-se em traços indistintos, como em fotografias de longa exposição. E uma pessoa um belo dia para para respirar e verifica que passaram dias… mais do que deviam ter passado a correr assim tanto, tanto. Para mostrar fica um projecto lacrado. Muitos dias terão ainda que passar apressados até saber se terá pernas para correr também. desígnios de senhores sem nome o decidirão. Não eu. Eu já fiz o que podia e me competia, agora é com o tempo e os tais senhores.
Isto não quer dizer que a correria tenha acabado para mim. Ainda tenho muito que dar às pernas. Simplesmente parei um dia para respirar e mudar de direcção. Agora os projectos são outros, os meus, e merecem atenção indivisa.

25
Jan
09

Estado das coisas

Ando a trabalhar que nem uma moura…
Por portas travessas descubro que tenho todo o interesse em acabar o doutoramento depressa. E por depressa, leia-se, até Dezembro deste ano.
Em resultado desta motivação extrínseca, quero tentar fazer mais num ano do que fiz até agora, em quase dois.
E o pior é a acumulação de coisas: a data limite para os concursos da FCT à porta e duas disciplinas para preparar para breve.
Moral da história, ando a correr de um lado para o outro e a dar o litro. Não sobra muito tempo para blogs, ou para seja o que for… Se andar ausente, já se sabe, é essa a razão.

24
Dez
08

Apesar de tudo

Este tempo é inevitavelmente de balanços e o balanço deste ano de 2008 tem mesmo muito que se diga:

Foi o ano que começou com a despedida do Porto e com as obras lá em casa, com todas as imensas complicações e crises de nervos que isso implicou;

Foi, para além do mais, o ano em que tudo avariou, crashou ou deixou de funcionar;

Foi o ano em que estive meses a viver em casa alheia, graças à generosidade de uma amiga;

Foi um ano de grandes mudanças na família alargada – com casamentos, nascimentos, gravidezes e outros que tais;

Foi o ano de mudanças a nível pessoal incluindo a união de facto (não gosto do nome, mas não arranjo outro…),
Foi o ano em que adoptei os meus dois gatos;

Foi o ano em que devo ter estado mais tempo a tomar antibióticos vários do que estive 100% saudável e em que andei a gastar os assentos da sala de espera da clínica;

Foi o ano em que engordei 10 kg e ainda não foi este o ano em que me resolvi a frequentar um ginásio;

Foi o ano em que me tornei professora;

Foi o ano em que terminou o projecto de investigação da ESE e a edição do livro  – ainda não publicado;

Foi mais um ano em que o doutoramento andou a reboque dos outros projectos, mas terá que ser mesmo o último em que assim é.

Resumindo, foi um ano tão bom como mau, cheio de emoções fortes de toda a espécie.

E sim, a sombra da crise também andou por cá, as despesas foram muitas e as entradas as de sempre, a gasolinha andou a preços ridículos, o «namorido» acabou o curso e está desempregado, a irmã lá conseguiu emprego… mas isso é o menos!

Para o ano que vem:

1) se houver saúde já é meio caminho andado (ou mais);

2) fazer do doutoramento a prioridade n.º 1 (que bem merece e precisa);

3) continuar a investir nas minhas aulas e nos meus alunos;

4) inscrever-me num ginásio (e desta vez por lá os pés com regularidade) e perder pelo menos 5kg;

5) estabilizar as finanças;

6) arranjar mais tempo para os amigos e a família (e para mim, já agora, não era mau).

E nem preciso de mais resoluções, que estas já me vão dar trabalho de sobra, e, se as cumprir, farão de 2009 um ano com mais emoções boas que más.

Desejos: Saúde e trabalho para mim e para os meus, e claro, paz mundial, menos oscliações da economia, e um planeta que se porte bem (e que sejamos mais simpáticos com o nosso planeta).

Um bom ano para todos!




Poeira e letras

Ora, o que eu pretendo, com esta edição renovada do poeira e letras, é continuar a partilhar as minhas reflexões e histórias do quotidiano, descobertas de músicas, sites com interesse ou simplesmente piada e recursos que podem interessar a quem, como eu, anda dedicado à educação. Neste espaço coexistem o pessoal e o público em doses q.b.

 

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