O problema de trabalhar ao sábado é que o fim-de-semana quase que desaparece…
Um domingo como hoje compensa isso. Para começar, o sol quentinho e intenso de início de promavera. Depois, almoçar cedo e ir passear sem rumo. Mesmo sem rumo… Passámos por Tibães, depois fomos em direcção a Prado e pelo meio parámos numapraia fluvial do rio Cávado, com águas caudalosas e tranquilas e um caminho de terra entre o rio e o arvoredo. Apanhámos sol, vimos os patos, molhámos as mãos, e caminhámos até o caminho acabar e voltarmos para trás. Tudo envolvido pela luz e pelo verde e por um silêncio interrompido pelo som dos nossos pés na terra e o cantar de pássaros.
Cheios de fome, parámos de novo para comer um lanche. Sempre em ritmo de passeio andámos por aldeias onde ainda havia vacas e ovelhas e cães e verde, onde as pessoas olham para os carros que não conhecem com estranheza. Vimos um castelo que nem sabemos onde fica e aonde não consegimos chegar… Enchemos os olhos de verde, os pulmões de ar. Já cansados, fomos comer uma fartura em Vila Verde e regressámos a casa.
Todos os domingos deviam ser assim… Só é pena não termos levado a máquina fotográfica.

Yupiii
Na mesma linha, aproveito para repescar a rúbrica há muito deixada caír: Comida para incapazes culinários.

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